Scott Weiland - Não Estou Morto Nem à Venda
Chegou ao nosso catálogo a biografia “Scott Weiland – Não Estou Morto Nem à Venda”, o chocante livro de memórias de um dos vocalistas mais icônicos da década de 90. O livro revela como Scott se envolveu precocemente com o álcool e drogas, o sucesso inesperado e avassalador do Stone Temple Pilots, seu projeto com ex-membros do Guns N’ Roses e como seu estilo de vida autodestrutivo afetou sua carreira.
Em “Não Estou Morto Nem à Venda”, Scott Weiland, em parceria com o biógrafo David Ritz, conta sua conturbada e autodestrutiva trajetória de vida. O músico relembra momentos traumáticos de sua adolescência, como quando acabou sendo violentado sexualmente por um valentão da escola que o convidou para ir à sua casa. Weiland revela que sua relação com o álcool e as drogas começou cedo, saqueando o armário de bebidas dos pais e fumando maconha depois de ficar bêbado. O vocalista conta que sempre romantizou a heroína, ligando o uso da droga aos excessos do rock e uma porta para a criatividade, além de compartilhar a primeira vez que usou heroína, em um show que o Stone Temple Pilots tocou fantasiado de Kiss.
Weiland conta com sinceridade suas recaídas, prisão e como o Stone Temple Pilots, apesar de chegar ao patamar de bandas como Nirvana e Pearl Jam, acabou implodindo, levando o músico a outros projetos. Sua conturbada relação com Mary Forsberg é um dos pontos marcantes de sua história. Mary foi a “responsável” pela entrada do vocalista para o Velvet Revolver, projeto formado por ex-membros do Guns N’ Roses como Slash, Duff McKagan e Matt Sorum. Ao conversar com Susan McKagan, ela recebeu um cd com músicas do grupo para entregar a Scott. O livro também aborda o divórcio de Weiland com Mary, seu projeto solo e seu retorno ao Stone Temple Pilots, mostrando com sinceridade e crueza os altos e baixos de um dos vocalistas mais icônicos de sua geração.


