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10/04/2023

Quais curiosidades a biografia do Bonzo revela? Separamos 3 histórias surpreendentemente estúpidas

Quais curiosidades a biografia do Bonzo revela? Separamos 3 histórias surpreendentemente estúpidas para você

John Bonham se consagrou como o melhor baterista de todos os tempos. O motor rítmico do Led Zeppelin era um verdadeiro furacão na bateria, chegando a tocar com as mãos nuas em solos virtuosos e tribais com mais de 15 minutos de duração. Bonzo (como era conhecido) também era selvagem fora dos palcos, vivendo entre a saudade de casa e os excessos da estrada, encontrando no álcool o conforto e sendo cobrado por isso anos depois, em um fim trágico em 1980.

Chegou a hora de John Bonham subir no palco da Belas Letras com o lançamento de “Bonzo – John Bonham e a ascensão do Led Zeppelin”, a primeira biografia do rei da bateria. Neste livro inédito no Brasil, C. M. Kushins cobre todas as bases ao contar com detalhes a trajetória épica e visceral de Bonzo, trazendo depoimentos de familiares, os excessos do baterista na estrada e seu lado familiar, além de trazer uma nova visão dos bastidores do Led Zeppelin.

Separamos 3 histórias curiosas que você encontra no livro:

1 – A quase briga com Ronnie James Dio

Certa vez, Bonzo estava no backstage de uma apresentação do Black Sabbath no Hammersmith Odeon, e acabou ficando irritado com o novo vocalista da banda, que era Ronnie James Dio. Bonzo já estava bêbado de Guinness ao final do show do Sabbath, e quando a banda saiu do palco o baterista disse “pra uma porra de um anão, este cara tem uma voz ótima!”.

Dio ouviu, e mesmo Bonzo falando num tom de elogio, o pequeno vocalista não entendeu dessa forma e respondeu para o baterista “Seu cuzão do caralho!”. Os dois quase saíram na porrada, o que seria um baita problema para Dio, já que Bonzo era meio hooligan, então Tony Iommi interviu e pediu para que o baterista não brigasse. Ufa!

2 – Suco de laranja na guitarra de Alvin Lee

John Bonham aprontou mais uma de suas peripécias num episódio que aconteceu no Sugar Bowl, em Nova York. O Led Zeppelin tocou com o Vanilla FudgeJeff Beck e o Tem Years After. Enquanto o guitarrista Alvin Lee performava no palco, Bonzo já alcoolizado e entediado, olhou para o guitarrista e gritou: “Porra, vou dar um jeito nele!”.

O baterista pegou uma caixa de suco de laranja e entrou no palco o suficiente para conseguir ver o guitarrista com clareza. Bonzo então jogou o suco no guitarrista, encharcando ele e o instrumento. John gargalhou horrores com sua pegadinha, o que arrancou um olhar enfurecido de Alvin Lee. O baterista mostrou o dedo do meio para Lee e o alertou para não cometer nenhuma vingança. Lee falou para Bonham “Você é um babaca, Bonham” e a resposta do baterista foi um ataque de risos.

3 – Richard Cole quebra o nariz de Bonzo

Richard Cole também não escapou das confusões que envolviam John Bonham. O tour manager e amigo pessoal de Bonham, voltava de Belfast e quando iria ter seu merecido descanso, recebeu uma ligação de Matthew, amigo e motorista de Bonham. O baterista estava na cozinha do hotel prestes a arrumar uma baita briga com o chef de cozinha.

Cole correu para a cozinha do hotel, onde descobriu que Bonham, que pra variar estava bêbado, queria comer mesmo o restaurante estando fechado. O baterista não iria aceitar um não como resposta, o que gerou um atrito entre ele e o chef de cozinha, que encarava o músico com uma faca nas mãos. Cole ficou entre os dois afim de apartar e acalmar a situação, empurrando Bonham para trás, que acabou empurrando o tour manager para o lado.

Bonham continuou gritando com o chef de cozinha, quando Cole deu um soco direto no nariz do baterista, quebrando seu nariz e o deixando ensopado de sangue. Bonham subiu as escadas enfurecido e dizendo que iria deixar a banda. Mesmo no meio da noite, eles acharam um pronto socorro para cuidar de Bonham.

“Bonzo – John Bonham e a ascensão do Led Zeppelin” traz essas e muitas outras histórias sobre os excessos, vivências e aventuras do maior baterista de todos os tempos. Conheça o legado eterno da lenda selvagem e inimitável da bateria.