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voltar Criatividade 17/06/2019 O que você faria se dinheiro não fosse um problema?

Dois anos atrás, usamos as paredes do nosso espaço na Feira do Livro de Porto Alegre para escrever mensagens para os clientes que circulavam. A frase que mais fazia as pessoas pararem para ler era exatamente esta: "O que você faria se dinheiro não fosse um problema. Eu vi pessoas paradas diante da frase durante muito tempo. Algumas escreviam suas respostas ali mesmo, coisas do tipo "faria trabalho voluntário"; "viraria artista", e até "trabalharia nessa editora" (essa foi divertida, porque ao mesmo tempo que contém um elogio sugere que editoras não pagam bons salários:)).

Por outro lado, essa pergunta contém uma armadilha perigosa: ela afirma que dinheiro é um problema. E por que ele deveria ser? Por que a gente enxerga o dinheiro como uma coisa ruim?

Somos ensinados desde pequenos que dinheiro é um problema, que ele não dá em árvore, que ele nos transforma em pessoas más, que todo mundo que tem dinheiro é ou ganancioso ou corrupto (o que não é verdade), que você pode morrer amanhã e o dinheiro que você acumulou não vai valer nada (a probabilidade de você morrer amanhã é infinitamene menor do que a probabilidade de você viver pelo menos 60 anos).

Desculpe, mas preciso dizer algo que às vezes soa heresia: dinheiro é bom. Dinheiro é capaz de comprar uma das coisas mais importantes que a gente pode ter: liberdade financeira para a gente fazer o que quiser. Ele é a recompensa justa por aquilo que você produz. Por isso a gente precisa, sim, se preocupar com ele, sem prejudicar ninguém.

Mas como fazer com que o dinheiro não seja problema? A melhor abordagem que li sobre isso é do escritor George Kao. Ele defende que a gente precisa se conscientizar de duas coisas: 1. Dinheiro vem de você fazer algo relevante para os outros. Quanto mais valioso você conseguir tornar aquilo que você entrega, mais dinheiro ganhará; e 2. Quanto mais você economiza, mais você tem. Simples assim.

 

Uma semana de muito dinheiro!

#segundadacriatividade #belas letras

 

Gustavo Guertler não é filósofo, não é psicólogo, não é coach também. Ele é CEO da Belas Letras.

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