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voltar Criatividade 05/04/2021 Como posso te ajudar?

Você às vezes sente que pessoas ou empresas se aproximam de você porque querem apenas construir uma rede de contatos?

Com o LinkedIn, o networking virou uma moeda mais poderosa do que já era. Mas quando você pede para que alguém adicione você ali, ou vice-versa, qual o primeiro pensamento que vem à sua mente? Você já parou para refletir que, de alguma forma, do outro lado, você está adicionando uma pessoa nova à sua vida, e não apenas um potencial cliente ou parceiro? Que escala de importância você dá a ele se a pessoa está acima do seu cargo ou está desempregada, por exemplo?

Toda vez que você estabelece uma relação de troca baseada na sua carreira você perde a oportunidade de construir uma relação de abundância, em que você compartilha sua sabedoria, conhecimento e ideias livremente, sem esperar recompensas. E quando isso acontece, você provoca um efeito potencial 10 vezes maior do que se tivesse adotado uma estratégia para ter mais contatos de negócios, não importa o cargo da pessoa, nem a empresa. Quem garante isso não sou eu, mas o professor Bernard Roth, da escola de design de Stanford, autor de O Hábito da Conquista. Aqui vai o conselho dele:

“A vida não tem a ver com usar outras pessoas para subir até o topo. Seja verdadeiro e construa amizades. Não tenha medo de misturar sua vida profissional com a pessoal. Não tenha medo de ter relações humanas de verdade. Elas importam.”

Pense nisso toda vez que adicionar um novo contato na sua vida. Em vez de guardar um cartão de visitas virtual no seu LinkedIn, você pode estar perdendo a oportunidade de fazer uma amizade verdadeira com alguém que compartilha valores e interesses parecidos com os seus. Em vez de aprovar uma solicitação de contato sob o ângulo de “como esse contato pode ser bom para meus planos”, ou “o que essa pessoa pode fazer por mim”, “o que eu posso vender para ela”, que tal mudar sua perspectiva?

Um bom exercício para isso, segundo o professor Roth, é começar qualquer relacionamento (principalmente quando alguém pede para você adicioná-lo) com uma antiga mas poderosa pergunta: “Como posso te ajudar?”. Faça essa pergunta de maneira genuína, não espere nada em troca nem tente vender nada ou muito menos divulgar algo ou falar de algo que apenas lhe interessa. Garanto que vai valer à pena.

Desejo que essa semana você faça amigos, e não contatos!

 

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